quinta-feira, julho 12, 2007


Estorvo

Por mais que tente

Por mais que acredite

Por mais que sonho

Nunca chego lá

O que me impede?

Serei eu mesmo?

O que me impede?

Não sei

As lagrimas

Secaram

As lagrimas

Acabaram-se

Quero um amor

Quero entregar-me

Quero crescer

Quero, Quero, Quero!

Estou além de ser ajudado

Somente

Uma pessoa pode ajudar-me

Eu mesmo

Esse ai

Desistiu

Há muito

Nossa batalha teve fim

Maldito peso

Impede-me de prosseguir

Maldição!

De que adianta tentar?

Se sei o resultado?

No fim

O único ferido serei eu

O único coração

A chorar lágrimas de sangue

Será o meu

Os únicos olhos

Incapazes de expressar-se

Serão os meus

Para que tentar, então?

Ferir-se?

Dar orgulho a outros?

Quando eu mesmo me repudio?

Sou um estorvo

Sou um peso morto

Sou uma decepção

As pessoas amadas

Outra vez

O sono eterno

Bate a minha porta

Tentador ele o é

Recusei-o

Na ultima vez

Agora

Talvez o abrace

Ele possui o poder

Dar fim a este sofrimento

Ele possui o poder

Para dar-me a paz tão asiada

Um comentário:

Juliana Pavafi disse...

Ola moçoilo...
Desist naum fio...

Suas antigas poesias são melhor trabalhadas... Kd elas???
Kd seu livro???

Tudo d bueno p/ ti, bjins...