sábado, março 29, 2008

Carência
Alucard Teppes

Tudo começa
Tudo termina
Tudo termina
Tudo começa

Uma patada
Ignorância
Uma patada
Confusão

O tempo passou
Saudades
O tempo não retorna
Espada dos sonhos

Terei eu essa glória?
Empunha-la uma vez mais
Estilhaçar as correntes do destino
Devo?

Destruir a felicidade de outros
Para que eu a possua
Seria isso justo?

Lutar por algo perdido
Privar alguém do amor
Para eu tê-lo
Novamente
Seria isso justo?

Ah! Doce consciência!
Inferniza-me
Felizardos o são
Aqueles desprovidos de ti

Olha a chuva
Banho-me nela
Desejo lavar a alma
Encontrar respostas em seu frio abraço

Oh! Tempo cruel!
Furioso! Indomável!
Nada teme
Tudo ante a ti treme

Tahsel
Espada dos sonhos impossíveis
Conceda-me sua graça!
Permita-me destruir o tempo!

Realizar um sonho impossível
Custa caro
Realizar um sonho impossível
É loucura

Não é disso que é feito o coração dos sonhadores?
Loucura? Desejo? Insanidade?
Tahsel! Clamo por ti!
Responda-me, antiga confidente!

Lembre-se, antigo confidente!
O preço do meu poder!
Não me use por usar!
Meu poder carrega um fardo!
Lembre-se!

Realizar um sonho impossível
Desencadeia um pesadelo impossível
Eu me lembro, antiga confidente!
Por isso hesito!

Meu peito arde!
A duvida me consome!
A minha felicidade vale o sofrimento de outro?
Noites em claro desperdiço com esse dilema

Muitos
Diriam sim
Já eu
Não sei

Sempre fostes assim, antigo confidente!
Por isso sempre serei sua
Amaldiçoado com o veneno dos sonhos
Mesmo assim
Luta contra seu próprio coração
Seus desejos te queimam
Contudo
Recusa-te a entregar a alma
Enquanto luta
Paixões ardem em seu peito
Enquanto luta
A chuva lava sua alma

Minha doce e fiel companheira
Indago a ti!
Onde estarão minhas respostas?
Você me responde com seu suave toque
Minha criança onde sempre estiveram
Procure em seu coração

Renego a imortalidade
Invejo os mortais
Vivem pouco mas uma vida apaixonante
De que adianta domar o tempo
Se não tens com quem dividi-lo?

Arrependo-me de ter descoberto isto tão tarde
Seu poder antiga confidente
Recuso-me a usá-lo
Para ferir outros

Minha maldição
É só minha
Minha maldição
É meu fardo
Só meu

Viver o resto da imortalidade
Arrependido por um erro
Viver o resto da imortalidade
Possuído pela loucura!

sábado, março 01, 2008

Sem Titulo ( Aceito Sugestões)
Alucard Teppes

Bardo
Contar
Iludir
Cantar

Todos
Os seres
Nascem
Portadores

Todos
Os seres
A possuem

Aquela habilidade única
Conhecida como DOM
Todos são excelentes
Em alguma coisa

O completo idiota
Inexiste
O gênio perfeito
Inexiste

Um galanteador
É bom com as mulheres
O guerreiro
Possuí domínio sobre a lâmina

O bardo
Conta
Canta
Iludi

O domínio dos sonhos
Seu lar
Os sonhos
Suas amantes

O lobo solitário
Protege
O lobo solitário
Devota-se a Deusa Gaia

Loucura!
Sonhos morrem!
Loucura!
Pesadelos fogem!

Pesadelos morrem!
Loucura?
Sonhos fogem!
Loucura?

A gaivota
Realiza sua dança
Será ela boa o suficiente?
Poseidon a presentará com o alimento?

As ondulações do oceano
Fazem-me pensar refletir sobre a vida
Percebo que os comparo inconscientemente

Os acordes
Acordam as Musas
Os acordes
Inspiram-me

A felicidade
Contagia
O pôr-do-sol
Reina

Pessoas amadas
Reaparecem
Pessoas amadas
Engrandecem a alma

Um bardo
Um poeta
O que seja!
A felicidade me encontrou!

Gaia
Sorri
Abraça
Aquece

A doença
Transformou-se
Na cura

As espadas reluzem!
Forjadas pela alma!
Afiadas no fogo dos desejos!
As espadas!

Uma vez mais
Sou
Alucard Teppes
O imortal!

As espadas dos sonhos impossíveis
Permitem isso
Minhas queridas
Que saudades!

Minha querida
Terry
Lutemos juntos
Outra batalha!