Carência
Alucard Teppes
Tudo começa
Tudo termina
Tudo termina
Tudo começa
Uma patada
Ignorância
Uma patada
Confusão
O tempo passou
Saudades
O tempo não retorna
Espada dos sonhos
Terei eu essa glória?
Empunha-la uma vez mais
Estilhaçar as correntes do destino
Devo?
Destruir a felicidade de outros
Para que eu a possua
Seria isso justo?
Lutar por algo perdido
Privar alguém do amor
Para eu tê-lo
Novamente
Seria isso justo?
Ah! Doce consciência!
Inferniza-me
Felizardos o são
Aqueles desprovidos de ti
Olha a chuva
Banho-me nela
Desejo lavar a alma
Encontrar respostas em seu frio abraço
Oh! Tempo cruel!
Furioso! Indomável!
Nada teme
Tudo ante a ti treme
Tahsel
Espada dos sonhos impossíveis
Conceda-me sua graça!
Permita-me destruir o tempo!
Realizar um sonho impossível
Custa caro
Realizar um sonho impossível
É loucura
Não é disso que é feito o coração dos sonhadores?
Loucura? Desejo? Insanidade?
Tahsel! Clamo por ti!
Responda-me, antiga confidente!
Lembre-se, antigo confidente!
O preço do meu poder!
Não me use por usar!
Meu poder carrega um fardo!
Lembre-se!
Realizar um sonho impossível
Desencadeia um pesadelo impossível
Eu me lembro, antiga confidente!
Por isso hesito!
Meu peito arde!
A duvida me consome!
A minha felicidade vale o sofrimento de outro?
Noites em claro desperdiço com esse dilema
Muitos
Diriam sim
Já eu
Não sei
Sempre fostes assim, antigo confidente!
Por isso sempre serei sua
Amaldiçoado com o veneno dos sonhos
Mesmo assim
Luta contra seu próprio coração
Seus desejos te queimam
Contudo
Recusa-te a entregar a alma
Enquanto luta
Paixões ardem em seu peito
Enquanto luta
A chuva lava sua alma
Minha doce e fiel companheira
Indago a ti!
Onde estarão minhas respostas?
Você me responde com seu suave toque
Minha criança onde sempre estiveram
Procure em seu coração
Renego a imortalidade
Invejo os mortais
Vivem pouco mas uma vida apaixonante
De que adianta domar o tempo
Se não tens com quem dividi-lo?
Arrependo-me de ter descoberto isto tão tarde
Seu poder antiga confidente
Recuso-me a usá-lo
Para ferir outros
Minha maldição
É só minha
Minha maldição
É meu fardo
Só meu
Viver o resto da imortalidade
Arrependido por um erro
Viver o resto da imortalidade
Possuído pela loucura!
Alucard Teppes
Tudo começa
Tudo termina
Tudo termina
Tudo começa
Uma patada
Ignorância
Uma patada
Confusão
O tempo passou
Saudades
O tempo não retorna
Espada dos sonhos
Terei eu essa glória?
Empunha-la uma vez mais
Estilhaçar as correntes do destino
Devo?
Destruir a felicidade de outros
Para que eu a possua
Seria isso justo?
Lutar por algo perdido
Privar alguém do amor
Para eu tê-lo
Novamente
Seria isso justo?
Ah! Doce consciência!
Inferniza-me
Felizardos o são
Aqueles desprovidos de ti
Olha a chuva
Banho-me nela
Desejo lavar a alma
Encontrar respostas em seu frio abraço
Oh! Tempo cruel!
Furioso! Indomável!
Nada teme
Tudo ante a ti treme
Tahsel
Espada dos sonhos impossíveis
Conceda-me sua graça!
Permita-me destruir o tempo!
Realizar um sonho impossível
Custa caro
Realizar um sonho impossível
É loucura
Não é disso que é feito o coração dos sonhadores?
Loucura? Desejo? Insanidade?
Tahsel! Clamo por ti!
Responda-me, antiga confidente!
Lembre-se, antigo confidente!
O preço do meu poder!
Não me use por usar!
Meu poder carrega um fardo!
Lembre-se!
Realizar um sonho impossível
Desencadeia um pesadelo impossível
Eu me lembro, antiga confidente!
Por isso hesito!
Meu peito arde!
A duvida me consome!
A minha felicidade vale o sofrimento de outro?
Noites em claro desperdiço com esse dilema
Muitos
Diriam sim
Já eu
Não sei
Sempre fostes assim, antigo confidente!
Por isso sempre serei sua
Amaldiçoado com o veneno dos sonhos
Mesmo assim
Luta contra seu próprio coração
Seus desejos te queimam
Contudo
Recusa-te a entregar a alma
Enquanto luta
Paixões ardem em seu peito
Enquanto luta
A chuva lava sua alma
Minha doce e fiel companheira
Indago a ti!
Onde estarão minhas respostas?
Você me responde com seu suave toque
Minha criança onde sempre estiveram
Procure em seu coração
Renego a imortalidade
Invejo os mortais
Vivem pouco mas uma vida apaixonante
De que adianta domar o tempo
Se não tens com quem dividi-lo?
Arrependo-me de ter descoberto isto tão tarde
Seu poder antiga confidente
Recuso-me a usá-lo
Para ferir outros
Minha maldição
É só minha
Minha maldição
É meu fardo
Só meu
Viver o resto da imortalidade
Arrependido por um erro
Viver o resto da imortalidade
Possuído pela loucura!
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